Dor na batata da perna pode ser sinal de Síndrome da Pedrada
Dor na batata da perna pode ser sinal de Síndrome da Pedrada
Quem nunca sentiu alguma dor, ou mesmo um desconforto, na batata da perna? Muito comum. a Síndrome da Pedrada é um nome popular utilizado para o estiramento do músculo gastrocnêmio da perna, também popularmente chamado de “batata da perna”. Segundo João Marcelo Amorim, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time de futebol do Flamengo, geralmente o problema ocorre durante uma atividade física intensa, tal como corrida.
“Durante esse esforço físico pode ocorrer um estiramento súbito do músculo. O resultado da Síndrome da Pedrada é dor na panturrilha, forte e repentina, sensação de ter levado uma pedrada na panturrilha, formação de um hematoma no local da dor e dificuldade ou incapacidade para andar”, explica o ortopedista do CREB.
Como tratar a Síndrome da pedrada
O Dr. João Marcelo explica que após o quadro agudo, a interrupção do exercício é necessária e a avaliação médica é fundamental para avaliar o grau de estiramento muscular. “Nesses casos, o exame de ultrassonografia permite a avaliação do músculo afetado, assim como a classificação do grau do estiramento muscular e avaliação do hematoma, assim como a sua dimensão”, explica.
Para o tratamento, é fundamental o repouso muscular. “Associado ao repouso, prescrevemos a fisioterapia com o objetivo de alívio da dor e recuperação da mobilidade. O tempo de recuperação depende do grau da lesão”, finaliza o ortopedista.
Dor nas costas pode ser um aviso de uma doença mais séria na coluna
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores nas costas.
São números realmente impressionantes. Sentir dor na coluna é algo tão habitual que muita gente acha que basta tomar um analgésico e esperar a dor sumir para que fique tudo bem. Mas essa é uma prática absolutamente incorreta e prejudicial à saúde. Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso procurar um especialista.
“Dor na coluna é sinal de que algo não vai bem. As pessoas acham que aquela dor é fruto de uma noite mal dormida, um tombo qualquer ou consequência de tensão, e não dão a devida importância ao fato. Vão na farmácia da esquina, compram um analgésico, tomam o remédio por contra própria, e acham que resolveram aquele problema. Dores na coluna têm motivos diversos, e podem estar associadas a uma doença”, afirma o Reumatologista Antônio Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A automedicação é condenável
Segundo o Dr. Antônio, dores musculares que acometem a nossa coluna podem estar associadas a hábitos ruins, vícios de postura, alguma alteração na região, esforço exagerado, algum processo inflamatório por irritação do tecido ou alguma lesão. “A automedicação é absolutamente condenável. As possibilidades são inúmeras, então só um especialista pode avaliar e diagnosticar o que o paciente tem. E quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, mais rapidamente vamos ter sucesso”, avisa. O médico diz que muitas vezes, as dores na coluna podem se prolongar para os braços ou pernas, com sensação de queimação e formigamento. “No consultório, o médico fará exames físicos, pedirá exames de imagens e buscará o histórico do paciente, para chegar ao correto diagnóstico. Dor nas costas pode ser o aviso de uma doença mais séria, então não se pode menosprezá-la”, finaliza ele.
Dor nas articulações facetarias: a segunda maior causa de visita a médicos
As estatísticas são severas: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial teve, tem ou terá dor na coluna. Isso significa que a cada cem pessoas, apenas 15 estarão livres deste problema. A dor lombar é a segunda maior causa...
As estatísticas são severas: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial teve, tem ou terá dor na coluna. Isso significa que a cada cem pessoas, apenas 15 estarão livres deste problema. A dor lombar é a segunda maior causa de visitas aos consultórios médicos, e 25% desses pacientes têm dor crônica, com acometimento de mais de seis meses. Metade dessas pessoas sofrem com dor nas articulações facetárias.
Há várias formas de se tratar dores na coluna, que incluem medicamento e reabilitação física
26“Nossas vértebras se unem por meio de três articulações, sendo o principal o disco invertebral. Na parte posterior da vértebra estão as outras duas articulações, as chamadas facetas intervertebrais. Elas são articulações sinoviais, apresentando uma cartilagem, envolvida por uma capsula preenchida pelo líquido sinovial. São responsáveis por aproximadamente 20% de toda a carga que a nossa coluna suporta. A dor na lombar pode estar relacionada a uma inflamação no local, pequenos traumas na cápsula fibrosa ou degenerações articulares, quase sempre relacionadas ao avanço da idade. A dor se localiza na região inferior das costas. E pode irradiar para os membros”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o Dr. Márcio, ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. “Quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, mais rapidamente vamos alcançar nossos objetivos. Ao passo que um tratamento adiado pode piorar o quadro e trazer novos problemas. Há várias formas de se tratar dores na coluna, que incluem medicamento e reabilitação física. No CREB, utilizamos protocolos que incluem acupuntura, pilates terapêutico, hidroterapia e RPG, que nos apresentam excelentes resultados. Ninguém precisa sentir dor”, garante o ortopedista.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
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